Não basta, para a Electronic Arts, contaminar o mercado com a “síndrome de EA“.

Não basta, para a Electronic Arts, produzir conteúdos adicionais para jogos que não funcionam em outras plataformas.

Não basta, para a Electronic Arts, subjulgar o modelo “singleplayer”.

Não basta, para a Electronic Arts, contaminar o mercado com o “Online Pass” e dizer que vender jogo usado é pior que pirataria.

Não basta, para a Electronic Arts, mascarar o mesmo serviço com diferentes nomes para tentar ganhar mercado.

Não basta, para a Electronic Arts, deixar seus usuários sem suporte.

É preciso também monitorar seus usuários, armazenar informações confidenciais dos jogadores em uma política de uso mandatória sobre seus serviços.

É preciso também impedir o licenciamento de marcas comuns aos outras companhias, impedindo o desenvolvimento natural do mercado.

A Electronic Arts conquistou minha repulsa a algum tempo, assim como meu boicote a pouco. Agora, eles ganharam meu ódio.