Já não é novidade que o gênero de jogos RTS (Real Time Strategy) está em baixa na indústria, com poucos grandes lançamentos. Na maioria das vezes com uma gameplay rápida e complexa, e com uma curva de aprendizagem longa, jogos desse estilo se tornaram cada vez mais voltado para um público de nicho que está longe de ser a maioria do mercado, e consequentemente não se tornando alvo de grandes empresas, o que pode ser considerado normal, já que o mercado evolui e alguns gêneros perdem espaço para o surgimento de outros.

O RTS ainda não está morto, ainda existem grandes nomes no mercado como Starcraft, Total War, e até Age of Empires (ou Mythology) , mas estão apoiados basicamente no seu nome.

Mas qual são os motivos por isso ter acontecido? Eu atribuo boa parte pela complexidade da gameplay, que exige um empenho maior do jogador do que os outros jogos, e pela falta de conteúdo amigável feita por pessoas da comunidade fãs desse estilo de jogo.

Eu me uso como exemplo, sempre fui fã de RPG e de simulação/tycoon, mas sempre tive interesse por outros gêneros e jogos, desde que eu me sentisse atraído de alguma forma. E eu sempre fui curioso em relação a jogos, tanto quanto em gêneros e títulos novos, como até mesmo o seu desenvolvimento. E até pra mim, que procuro sobre esse assunto, o RTS é complicado ser achado.

Todo esse assunto veio à tona para discussão por conta do quarto jogo de Age of Empires, que apesar de não ter sido mostrado na E3 desse ano, foi dito pelo Phil Spencer, chefe da Xbox na Microsoft, que eles irão falar do título ainda esse ano.

Levando em consideração Starcraft e Total War, Age of Empires é o mais simples de se aprender do três, e espero que continue assim para trazer mais pessoas para o gênero, para que assim ele seja lembrado para sempre como um gênero avô do mundo dos jogos.