Fala galera do Gamepad! Sou o novo redator do Blog e hoje vim falar dum assunto um tanto quanto interessante: “Falsos Gamers”.

Ao longo de nossa vida como Gamers (seja lá qual for o console), nos deparamos com a pirataria. A pirataria existe em vários pontos do mercado mundial e atrapalha bastante o mundo dos jogos, o mundo do cinema e vários outros.

O mercado dos games movimenta uma boa quantia de dinheiro por ano, mais até do que a indústria do cinema. Podemos afirmar que desde a criação dos jogos eletrônicos, nunca se imaginou uma revolução deste tamanho. Afinal, hoje temos muito mais do que apenas joguinhos onde se precisa apertar um botão na hora certa: temos grandes histórias e produções que nos fazem refletir, pensar, nos deixar alegres ou tristes. São contos interativos que muitas vezes tem qualidade superior aos filmes (prova disso que filmes baseados em jogos de sucesso quase sempre são ruins).

Com tamanha qualidade, não demorou muito para que milhões fossem adeptos aos jogos. Apesar disso, muitas pessoas desprezam os videogames e lutam contra sua propagação. Alguns usam argumentos religiosos, outros dizem fazer mal para a formação dos cidadãos. Tudo bem, pessoas idiotas ignorantes podem pensar o que quiserem.

O que realmente irrita são os “falsos Gamers”, se assim podemos dizer. Caro leitor, imagine uma pessoa que se diz Gamer, uma pessoa que já detonou inúmeros títulos e participa de várias comunidades para jogadores. Imagine que esta mesma pessoa não possui um jogo original na estante ou sequer uma conta na Steam. Esta pessoa pode ser considerada GAMER? A resposta é simples: Não.

O cidadão de bem trabalha e ganha dinheiro para comprar comida, pagar contas e gastar com aquilo que lhe agrade. Intrigante quando um jogador afirma comprar jogos piratas e afirma que não vai desperdiçar dinheiro com originais. Pensamento totalmente infundado: se você gosta de alguma coisa, ela deve ser, no mínimo, relevante. O simples “não querer gastar com o original” transforma o consumidor em um verdadeiro imbecil. Dizer que determinado objeto que se gosta não vale nada do seu dinheiro, é a mesma coisa de se assumir um retardado que compra porcarias.

Este tipo de jogador é muito comum por ai, não apenas com títulos “normais”, mas até nos MMORPGs (Massively Multiplayer Online RPG), onde se utiliza de servidores piratas. A Blizzard, dona do maior MMO do mundo (World of Warcraft) vende suas CD-Keys e cobra mensalmente os jogadores e além de ser o RPG mais jogado do mundo, é também um dos mais pirateados. O mais interessante é que não se faltam games deste estilo em Free2Play (Grátis), onde o jogador pode utilizar todo ou boa parte do conteúdo sem precisar pagar nada.

Se não tem dinheiro e existem jogos de graça, para que piratear? Se gosta, por que é errado gastar com jogos? Será que o problema são os preços altos ou é apenas falta de interesse? Coisas que não merecem nosso dinheiro não merecem nem nossa atenção.

Vamos dar valor pelo menos às coisas que gostamos. Se você se acha descolado por comprar jogos piratas e muito inteligente por não gastar com os originais, saiba que é por atitudes de pessoas como você que nós pagamos impostos altíssimos, por pessoas como você que as grandes empresas não investem no nosso país e é por causa de você que milhões de brasileiros precisam importar para ter edições de colecionador e equipamentos para jogos. Só temos a te agradecer, mané.

Estarei esperando por vocês leitores! Publicarei assuntos interessantes semanalmente, e espero receber de vocês dicas de quais assuntos eu devo abordar. Espero que tenham gostado e até a próxima!