Castle Torgeath: Descent into Darkness | Resenha

O jogo indie de RPG Castle Torgeath: Descent into Darkness, foi lançado em janeiro de 2016, desenvolvido pela Dungeoneering Studios e distribuído pela Black Shell Media.

É um jogo de ação e aventura no estilo dungeon crawler, onde o cenário do jogo se passa em uma caverna ou em algum tipo de lugar subterrâneo, no caso, no cenário desse jogo, você está preso numa caverna que fica embaixo das ruínas de um castelo antigo (bem RPGzão mesmo), onde é necessário explorar, buscar suprimentos, lutar contra vários tipos de inimigos até encontrar a saída da caverna que fica na parte mais profunda do lugar.

O jogo é claramente inspirado em Elder Scrolls, Hexen, Legend of Grimrock e jogos do tipo. É em primeira pessoa, e, numa mão você segura uma tocha, e na outra, a espada, sendo que, também é possível soltar magias quando você guarda a espada e a tocha. É possível customizar a cor de sua camiseta e bainha e a espada.

A tocha ela tem tempo de vida, e deve ser constantemente recarregada para não apagar, mas dura um tempo bom. A magia pode ser reavida em estátuas de magos que estão espalhadas pelo mapa, ou, ache uma poção.

Há também uma barra de “fome”, onde é necessário que seu personagem coma de forma regular para não entrar em fadiga. Você acha bastante comida conforme vai explorando a caverna. Também é possível encontrar ferramentas, poções, dinheiro, além de outras armas, e também, várias armadilhas!

O auto-save do jogo é feito de 10 em 10 minutos, mas é possível escolher quanto tempo prefere. Eu coloquei 5 minutos, porque, no começo, eu vivia morrendo nas armadilhas logo de cara e tinha que começar tudo de novo.

É possível escolher o modo de jogo, que são três, o básico, normal e hard. Joguei no modo normal e achei um tanto quanto fácil matar os ratos, aranhas e demônios que apareceram, até o ponto em que joguei.

Achei bem bacana o estilo old school dos gráficos, lembrando os primeiros Elder Scrolls, e a jogabilidade fácil e divertida.

O que eu não gostei muito, ao pegar os itens, não aparece o nome do que você está pegando, então, precisa acessar o inventário para ver o que é que você pegou, e, não há tecla de atalho para uso de poções, ou comida, tem que ficar entrando no inventário toda hora pra usar os itens.

A ambientação e a trilha sonora são bem casadas e ajuda a entrar no clima “cavernoso”.

Tirando essa falta de tecla de atalho que me atrapalhou bastante, o jogo é bem legal e divertido. Vale realmente a pena gastar dinheiros nele (é 15 reais na Steam!) e ter várias horas de diversão e aventura sem ficar entediado!

 

 

 

Ju Luthien

Sulsancaetanense de 29 anos. Gamer, rata de livros e devoradora de séries.

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